It seems strange to me now, but I’ve only found out about Murakami’s work a few weeks ago. Since then I’ve learned that everybody and his mother has been into it for quite a long time.
But anyway, my first encounter with this author was (as recommended by a friend) with the book Kafka On The Shore.
I usually like to read books in the language they were originally written in but in this case I did have to make an exception (sadly I don’t read japanese at all). but it wasn’t all that bad because as I found out in the mean time, Murakami is not only a writer but also (among many other things he does) he is a translator —especially of novels and literature— and he either translated or oversaw the translation of most (all?) of his novels into english, this one included, I think, so I’m quite sure that what I read was as close to what he wanted to write as possible (given that you can never have a perfect match, of course).
So what’s the book like?
Well, I can definitely see why there are so many people who love it. The story is interesting, with a really great pace and easy to follow. Up to a point.
Of course there are some things which are quite alien to me because of culture differences, but those don’t really bother or take back from the pleasure of reading the book —quite the contrary.
So I liked the overall experience and read up the whole thing rather fast.
My only complain is that the very ending feels rather rushed-through, as if he somehow got to a point where he just had to finish up the book in a set number of pages and since he had gotten carried away before, he was now pressed for time and space and had to quicken up the pace quite a bit and also leave a few loose strands that never got quite tied up.
It felt like finishing up the story was a bit of a rush job and I was expecting a few things to fall into place which didn’t and I also felt like a few other elements were introduced right before the last chapters that could —and should— have been explored a bit further, but that just got lost in the rush to close everything up.
Of course, I might just be needing to read it again and see how the pieces fall together now —something that the author recommends doing anyway. Maybe I will do it someday and update these musings then…
In the end I found it a pretty entertaining read. It is not heavy reading or full-blown “serious” literature, but it is a good book that guarantees a few good hours of quite pleasurable entertainment.
Author: Haruki Murakami
Book: Kafka On The Shore
Estava em pre-order há uns meses, pelo que se pode dizer que sim, sou um fã! Mas independentemente disso, este livro é talvez, dos melhores da série da Watch.
Claro que tem de se gostar da série, e há muito quem não goste, mas pessoalmente acho que a City Watch, as Bruxas e a Morte andam taco-a-taco nas melhores séries do discworld.
Parece que com este livro a série discworld ganha um fôlego que aparentemente tinha perdido nos últimos livros.
Recomendado a conhecedores mas para iniciantes tenho as minhas dúvidas…
Primeiro livro da trilogia de Brentford.
Embora seja muitas vezes comparado com Terry Prattchet não acho semelhanças de maior entre os dois. O tipo de humor de Rankin é diferente, mais acutilante, pelo menos neste primeiro livro, e mais impregnado de referências claramente inglesas às quais é mais difícil chegar. O setting também não me é dos mais apelativos, embora claro que seja impossível comparar seja o que for com o genial discworld.
O livro é interessante, mas não é um block-buster, no entanto a série promete, sobretudo depois de amadurecer um pouco. Vamos ver nos livros seguintes. Os livros iniciais do discworld também não são propriamente os melhores da série…
Só para quem gostar muito do género.
A leitura é um bocado difícil e o livro torna-se maçudo muito rapidamente. A parte mais interessante é a da acção que se passa mais ou menos no meio do livro, mas para chegar até lá temos de passar por partes confusas e desinteressantes e depois da acção o resto do livro parece um bocado forçado, como se ele devesse ter menos um terço do que tem na realidade.
Claro que há os admiradores que adoram este livro, mas para os típicos fans de FC é melhor ter muito cuidado…
Autores: William Gibson e Bruce Sterling
Boa leitura. Embora não chegue bem ao nível do Code Book lê-se bem e sem grande necessidade de conhecimentos profundos de matemática.
Quem percebe de matemática e queira saber com mais detalhe a história completa da prova deste teorema terá de seguir as sugestões de leitura aqui apresentadas (que parecem cobrir bastante bem o assunto), quem pretenda simplesmente ler o livro pelo prazer de saber coisas ficará bem servido. No entanto parece-me que o autor preferiu tomar o caminho de tentar contar a história num estilo demasiado romanceado e eu duvido que alguém que queira simplesmente ler um bom romance se vire para este livro.
Embora não tenha a fama do Neuromancer acaba por ser uma leitura de qualidade superior.
Composto por uma série de short stories de pura ficção científica, tem 3 histórias passadas no Sprawl e 7 outras que exploram temas que vão desde a aventura espacial Soviética (sim, o livro está bastante desactualizado) ;-) até às alucinações de um fotógrafo on the road no interior dos EUA.
Muito interessante, com histórias de leitura rápida e compulsiva é um livro leve e de fácil leitura.
Autor: William Gibson
Uma perspectiva histórica da evolução da criptografia e das técnicas associadas ao secretismo ao longo dos tempos.
O livro contém partes técnicas bastante detalhadas mas escritas de forma a serem bastante acessíveis até para pessoas de fora do meio.
Muito bem conseguido, o livro torna-se uma leitura interessante e, por virtude das partes de história, bastante leve.
Uau! Que livro fabuloso.
É bastante denso e é preciso coragem para passar o primeiro quarto do livro. Uma pessoa pode facilmente desesperar com a quantidade de informação que é despejada nesta parte e com a quantidade de factos e pessoas que aparecem completamente out of the blue e, aparentemente, sem relação nenhuma. Mas quem perseverar tem pela frente uma bela recompensa.
O livro é, como já disse, um pouco denso e é, talvez, um pouco difícil de seguir para uma pessoa menos inclinada para questões técnico-cientificas, mas para quem conseguir seguir a história é fabuloso. Não é demasiado rebuscado nem negro, mantém uma coerência histórica notável (para um romance, claro que isto não é um compêndio de história) e o argumento é retorcido até ao final. A acção é constante e, no geral, é um livro que nos deixa “satisfeitos” com a sensação de uma boa leitura.
O título diz tudo realmente…
É um livro daqueles que se lê de uma vez, com uma história curta, simples, contada de uma forma quase infantil mas que nos deixa com aquele warm fuzzy feeling.
É no fundo uma fábula. Gostei muito.
Já era tempo de ler este livro. É um dos clássicos, uma das referências obrigatórias dentro do género cyber-punk/dark future. Mas não é nada de especial. Tendo em conta a altura em que foi escrito e o facto de ter sido praticamente o percursor do género é algo de fenomenal, imagino que antes de haver as toneladas de livros do género que há hoje isto deve ter provocado uma verdadeira revolução, mas hoje já não tem o impacto que teve na altura. De qualquer forma é uma leitura agradável e não deixa de ser uma referência dentro do género.
Autor: William Gibson
A sequela do Neuromancer.
Escrita um bocado mais refinada, de leitura fácil.
É um livro cheio de acção desde o início até ao final mesmo. A história pode ser um bocado difícil de engolir mas, mais uma vez, temos de o colocar em perspectiva histórica: isto foi escrito há muitos anos, antes da tecnologia informática ser o que é e, como tal, é bastante bom, pode ser mesmo considerado brilhante por apreciadores do género.
Pessoalmente gostei bastante, aliás já encomendei a livro seguinte da trilogia —o “Mona Lisa Overdrive”
Autor: William Gibson
Engraçado, com um sentido de humor bastante british, mas acessível na sua maioria. Usa algumas referências bastante fechadas ao ambiente inglês.
Alerta de spoilers
A história é interessante (ou arrepiante, dependendo do ponto de vista e da sensibilidade a cestas coisas) e o final é relativamente inesperado: quando se começa a pensar que não vai haver maneira de o desgraçado do Roy Tappen se ver livre dos núcleos radioactivos e de manter o emprego as coisas acabam por dar um salto mortal bastante retorcido e o livro acaba por ter um happy ending.
A cena final, aliás é hilariante, com a confissão bombástica do Lewellin.
Leitura fácil e divertida, mas não é um livro edificante e perde-se bastante por não se estar por dentro do funcionamento das instituições públicas inglesas.