Very very important. I must remember this site as I usually get this kind of questions from people I know and I never know where to point them to.
So here, a link to posterity: How to prolong the life of lithium-based batteries.
Fiz ontem a primeira montagem de uma foto.
Como ainda não consegui encontrar um local em Portugal onde consiga comprar o cartão para montagem acabei por trazer algumas folhas da B&H, umas já com abertura cortada para o formato 15x20 e outras inteiras para eu cortar como me der mais jeito.
Utilizei cola em spray de 3M própria para montagem de fotografias. Esta cola é facílima de utilizar e foi extremamente fácil fazer a montagem assim.
As fotos ficam realmente com um aspecto totalmente diferente. Para já a montagem dá um aspecto profissional à coisa, e depois ficam mais protegidas e muito mais destacadas do ambiente que as rodeia. Num album normal não se consegue dar o mesmo destaque.
Para fotos mesmo boas ou que se goste muito vale bem a pena o tempo e esforço despendido a montá-las como deve ser!
Agora tenho é de encontrar um fornecedor deste tipo de cartão por cá pois não me apetece mesmo nada ter de mandar vir do estrangeiro folhas de cartão de montagem…
De resto parece-me que vou optar por cortar eu as aberturas para as fotos.
Experimentei um cartão já aberto e o resultado foi mau porque não me apercebi antes mas a abertura não está exactamente centrada e não me parece que esteja sequer alinhada com as bordas do cartão. Ou seja, vou ter de montar as fotos e depois cortar um pouco das bordas dos cartões utilizados de modo a acertá-los. É chato.
A parte má de ser eu a cortar é que o cortador que também trouxe não tem marcações de ângulos de corte, logo o ângulo do biselado da abertura vai ficar diferente em cada foto que faça, mas enfim, há coisas piores e para já vai ser mesmo assim! :)
O ideal era poder experimentar a montagem a seco, com o tecido colante, mas como não sei onde posso encontrar um sítio para experimentar e não vou de todo investir numa prensa de calor acho que isso está fora de questão. A montagem com cola spray revelou-se muito eficiente e limpa, acho que me vou ficar por aí.
Finalmente, este demorou mesmo muito a estrear em Portugal!
A história não vale nada, ao contrário dos outros filmes da Pixar, mas a animação está mesmo espectacular como já se sabia desde há muito tempo pelas pessoas que moram em países onde estas coisas estreiam primeiro…
Vale a pena vê-lo no cinema, tem um certo impacto. E as vozes em Português, mais uma vez como vem sendo hábito nos últimos anos, também estão muitíssimo boas.
Longe vão os tempos daquela meia dúzia de pessoas (sempre as mesmas) que faziam todas as vozes de todos os episódios ou filmes de animação, aquelas que já conhecíamos de cór. Na altura não me chateava muito que a Maia tivesse a mesma voz da Heidi e da Julieta, mas agora sou um bocadinho mais exigente… :)
[A foto que aqui estava perdeu-se numa das inúmeras migrações deste site.]
Poster de um calígrafo em chinatown. Pelo aspecto já era mais um rascunho.
A luz batia em cheio no poster e a toda a volta havia uma sombra profunda causada pelos prédios altos numa rua bastante estreita.
Não faço ideia do que lá está escrito, se é que é alguma coisa com sentido…
Nova Iorque, Dezembro de 2003.
[Havia aqui uma fotografia que, infelizmente, se perdeu nos tempos.]
Cemitério de St. Paul’s Chapel (“the little church that stood”), junto ao Ground Zero.
Dezembro de 2003.
A Case of You de Diana Krall.
Às vezes é mesmo preciso uma boa música no final de um dia particularmente stressante. Sobretudo se ele vem na sequência de muitos outros dias difíceis…
Bom, mas vem aí o Natal.
Acho que o original é de outra pessoa. Para aí Joni Mitchell, não?
Update: Sim, Joni Mitchell, bastava ler a página do primeiro link… Duh!
Não há fome que não dê em fartura, não é o que se costuma dizer?
Passam-se meses e, por vezes, anos sem eu pôr os pés no teatro e depois há destas coisas…
Há cerca de três semanas atrás fui ver As Obras Completas de William Shakespeare (em 97 minutos).
Ontém tive o jantar de Natal do meu departamento e após o jantar tivemos a agradável surpresa de ir ver… Nem mais: As Obras Completas de William Shakespeare (em 97 minutos)!
Foi engraçado ver aquilo uma segunda vez, mas acho que me vou ficar por aqui, o material gasta-se um bocado, sobretudo a este ritmo! :)
O The Lord of the Rings: The Return of the King é tudo aquilo que seria de esperar.
Melhor que o Two Towers, claro e mesmo melhor que o Fellowship of the Ring!
Não quero dizer muito porque há muita gente que ainda não viu e porque não estou com tempo agora, mas foi um final digno para a trilogia, embora deixe algumas pontas soltas relativamente aos livros, pontas essas de certa forma importantes.
De qualquer modo aquilo que foi cortado vai provavelmente aparecer numa edição super-especial-collector’s-only daqui a uns tempos e sempre compõe mais a história (embora haja mesmo partes que não foram sequer filmadas).
Bom trabalho, agora ficamos na expectativa do Hobbit… :)
[A foto que aqui estava foi perdida.]
Nova Iorque, Janeiro de 2003, de manhã, algures pela 6ª avenida.
The Cure - Boys Don’t Cry na rádio hoje de manhã a caminho do trabalho.
Que saudades!
Ainda bem que não tenho uma aparelhagem tipo gt-turbo no carro senão vinha a dar música a todos os transeuntes…
Já estou em casa.
Os últimos dois dias em Nova Iorque foram de facto memoráveis. Apanhámos uma tempestade de neve que durou quase 48 horas. Nevões fortes, por vezes com visibilidade muito reduzida e, claro, temperaturas negativas durante todo o dia.
Os pontos altos foram a visita ao museu de história natural (que ainda assim fica bastante aquém do de Londres), o concerto no Blue Note na sexta à noite e os enormes passeios em Central Park.
O Central Park é realmente grande e com neve fica uma coisa completamente diferente do que nós alguma vez tivemos por cá. É um parque enorme, com zonas de mata mesmo e com o fundo dos arranha-céus enormes sempre presente e nunca muito longe.
No domingo de manhã demos um grande passeio por lá, já sem tempestade e é incrível o número de pessoas que por lá andavam mesmo com neve e gelo por todo o lado.
Alías, se para os imensos joggers, ciclistas e pedestres isso pode ser considerado (talvez) uma desvantagem, havia muita gente que ia para lá simplesmente para disfrutar a neve.
Desde famílias inteiras com trenós até esquiadores de fundo e mesmo snow-boarders encontrámos de tudo por lá. Mas sobretudo pais a puxar as crianças nos seus trenós. Tipo filme, portanto!
É quase como um fim-de-semana numa estância de ski! :)
Depois foi a parte pior, como durante os dois dias da tempestade houve imensos vôos cancelados e atrasados tivemos um atraso de quase 4 horas no nosso vôo.
Quando finalmente conseguimos partir fizemos uma das piores viagens que me lembro! Não pelo tempo em sí pois pouco abanámos durante a viagem, mas como o pessoal de terra da TAP não fez o seu trabalhinho as pessoas levaram tudo o que se possa imaginar e ainda mais alguma coisa para a cabine e depois, claro, foi o caos por não haver espaço para a bagagem. As pessoas a insultar a tripulação e a ameaçá-los por não quererem que as bagagens fossem para o porão, enfim, uma maravilha.
E como havia ainda gente de outros vôos presos há 2 dias no aeroporto ainda levámos mais gente do que o previsto, o que só ajudou à festa.
Em resumo, foram umas grandes férias e espero realmente voltar em breve a NY. Desta vez já conhecendo um pouco a cidade já posso dedicar mais tempo a pormenores interessantes e menos a palmilhar a cidade de ponta-a-ponta.
PS- Já agora uma nota para quem me costuma perguntar: não, não comprei nada por lá. Nada de relevante pelo menos, uma t-shirt e umas coisinhas assim, mas nada de brinquedos novos. E não, não foi preciso conter-me muito, as viagens geralmente satisfazem-me por si só e eu gosto tanto fazer compras no estrangeiro como por cá. Mesmo. A sério!
Dia mais quente, já com uma incrível máxima de uns 3°C positivos. Até deu para andar sem luvas e gorro durante um bocado do dia e depois à noite, imagine-se…
O pessoal acordou agora e estou a receber N encomendas de última hora. Vou tentar atender a todas, mas já há coisas que tinham de ser compradas em locais onde já não devo voltar. Bem que andei a chatear o pessoal para saber se queriam alguma coisa antes de partir para cá, agora alguns vão ficar pendurados. Sorry…
Hoje fomos ao MET e para chegar até lá fizémos grande parte da avenida ao lado do Central Park a pé. É engraçado ver como vivem os (ainda mais) ricos de Nova Iorque. O Central Park é mesmo muito grande e dá gosto passear ao pé dele.
O MET é realmente grande, acabámos por passar lá todo o resto da manhã (que hoje começou ainda mais cedo por insistência popular —todos menos eu) e almoçámos na cafetaria do próprio museu antes de seguirmos.
Ainda assim não vimos nem um décimo do museu como deve ser, mas o que vimos foi como se esperava muito bom. A secção egípcia, por exemplo, é fabulosa…
De tarde voltámos para cima pela Park Avenue e vimos o resto do grande luxo em habitação.
Fomos visitar com mais calma a Grand Central Station, voltámos à B&H para umas compras de última hora (encomendas) do Vasco (as meninas dividiram-se entre a Victoria’s Secret e a GAP) e voltámos ao NY Sky Ride que as meninas não tinham feito ontem.
Entretanto já o Madame Tussaud’s tinha fechado, por isso vamos lá amanhã.
A parte boa do dia foi que o meu joelho de manhã melhorou imenso. Ao pousar mal o pé estalei o joelho de uma maneira que pensei que tinha definitivamente acabado com o andar nas férias, mas para grande espanto meu ele deixou de doer quase de todo e não me voltou a incomodar quase o dia todo. Acho que encaixei seja lá o que for que estava fora do lugar. Se ao menos soubesse o que era e como o fiz… ;)
Parece que já perdi a oportunidade de fazer uma das coisas que mais queria por aqui, a New Orleans Jazz Band, a banda do Woody Allen, actua apenas às segundas-feiras e eu não me apercebi disto antes! Mau, muito mau! :(
Dia de frio. Muito frio mesmo. Frio balsâmico para a cara e o olho esquerdo, mas arrasador no que respeita ao joelho esquerdo que descobri também ter lesionado quando caí no gelo…
Oh well, também não andámos tanto hoje, cada vez usamos mais o metro e ele é bem quentinho. Agora a rua… Acho que só devemos ter tido uma horita de temperatura positiva durante o dia e foi de 1°C!
Logo de manhã fomos apanhar o ferry para Elis Island e passámos pela estátua da liberdade. A viagem no ferry, cá fora no deck do topo, para se poder apreciar melhor a paisagem e fotografar convenientemente foi um gelo, mas valeu a pena. Não tanto pela estátua em sí nem pela ilha, mas a vista da Manhattan Skyline vista do rio é mesmo algo de impressionante e de bonito.
B&H, need I say more? É mesmo tudo aquilo que se espera e mais ainda. A parte extremamente curiosa é que quase todos os empregados da loja, desde os assistentes aos caixas são judeus. Tirando o diamond district (mesmo ao lado do apartamento) acho que nunca tinha visto tanto judeu junto. Mas judeus mesmo daqueles com trancinhas e barba comprida e encaracolada e com o chapeuzinho que eles usam (e cujo nome me escapa completamente agora…)
Empire State Building ao cair da noite (que ainda me consegue surpreender de ser tão cedo :) ). Apesar de ter sérios problemas com as alturas, os decks de observação do 86º andar têm uns muros tão altos que não me causaram qualquer problema (e mesmo que causassem, a esta eu não faltava). A subida é que é interessante, o elevador é tão rápido que a partir do 10º já só conta de 10 em 10 andares e com uma cadência impressionante. Os ouvidos é que não gostam nada da diferença brutal de pressão. E a vista de lá de cima a esta hora, já no lusco fusco e depois já totalmente de noite é de cortar a respiração. Que coisa espetacular!
A New York Sky Ride (também no mesmo edifício) também é engraçada, mas para quem gostar aconselho vivamente “the real thing”, aluguem uma viagem de helicóptero que deve ser bem mais interessante.
Finalmente para terminar as explorações num sítio quentinho, o Macy’s. O Macy’s é realmente gigantesco, mas o que me surpreendeu é que ao contrário dos armazéns portugueses, espanhóis ou ingleses (por exemplo) aquilo é mesmo quase só roupa! São andares e andares e mais andares de roupa. Até enjoa!
Mas enfim, sempre deu para descansar o joelho (que me estava a doer já muito) no Starbucks do 3º andar enquanto as meninas experimentavam a roupa toda que queriam… :)
Finalmente ainda conseguimos chegar a tempo para a inauguração/acendimento da árvore de natal do Rockefeller Center, embora com a multidão que lá estava acampada (alguns desde a hora do almoço), não tenhamos conseguido ver a árvore mesmo de perto, só pelo videowall que montaram.
Depois do jantar ainda lá passámos para ver e fotografar a árvore mas ainda estava uma multidão considerável e não deu grande resultado. Talvez amanhã à noite…
Engraçado foi ver a concentração de polícias que se gerou à volta do evento e durou mesmo umas horas depois. Eu nunca tinha visto tanto policia junto na minha vida, em circunstância alguma.
Bom, e amanhã perfilam-se os museus.
Hoje foi dia de frio. Começou pelos 3°C e acabou pelos -3°C.
Por isso apanhámos neve durante o dia.
Fomos para o Central Park, via 5ª avenida e suas atracções. No Central Park demos uma volta de carruagem e depois fomos patinar no ringue de gelo.
E aqui, enquanto patinávamos com aquela vista lindíssima e surreal de aranha-céus por todo o lado, nevou mais uma vez!
E claro, para não fugir à tradição e depois de talvez uma horita muito divertida lá me espalhei ao comprido e estou agora com um belo olho totalmente inchado e negro e a cara toda cheia de arranhões do lado esquerdo. Nada de anormal na minha relação com os desportos de inverno. É uma típica relação amor-ódio (eu amo os desportos de inverno e eles odeiam-me fatalmente).
Depois do almoço fomos passear para a Brooklin Bridge, que feita a pé ao final do dia como a fizemos é uma coisa digna de se ver. Muito bonito mesmo.
Para acabar o dia jantar na China Town.
Depois, não seguimos os planos de subir ao Empire State Building por causa do meu joelho que depois da pausa do jantar, ao sair para os -3°C começou a doer que nem um doido.
Ainda tentámos dar um salto à Barnes&Noble da 5ª avenida que fica pertinho do nosso apartamento mas nesta altura já eram umas 21h00 e já estava fechada.
E então foi quarto, ver as fotos do dia e pronto. O pior é a cara que até nem estava mal durante o dia está a ficar um bocado mais dorida, agora que já não tenho aquele frio cortante a anestesiá-la…
Já sei o que aconteceu ontem com os Ramones, foi a inauguração de uma rua com o nome do Joey Ramone e esteve lá toda a gente ligada e ele e mais um monte de fans.
Enfim, hoje foi a vez da parte sul de Manhattan, sobretudo o financial district. Wall Street é escura, pequena, muito apertada e bastante feia. Muito diferente do que a imaginava. Um verdadeiro antro de perdição de almas para o capitalismo! :)
Apanhámos bastante mais frio, e amanhã devemos ter uma máxima 2°C o que é sempre revigorante… Sobretudo porque hoje já apanhámos um bocado de geada e foi supostamente um dos dias mais quentes que vamos apanhar…
Depois subimos pelo Soho e já encontrei a loja Apple do Soho de NY. E é mesmo aquilo que esperava, é o design da Apple aplicado a uma loja onde se pode estar calmamente ligado à net quer pelas dezenas de computadores (portáteis e não só) em exposição quer trazendo o nosso próprio laptop e utilizando o acesso wireless da loja. Outra grande atracção da loja são as apresentações. Hoje estava uma rapariga a demonstrar o software de sampling e composição de música para uma audiência bem grande que estava a seguir os exemplos dela nos seus próprios laptops. Já fiz parte das compras de encomenda: Pedro os teus iTrips estão comprados, mas não encontrei t-shirts à venda e o belo saco das compras fica para mim! :P
Jantar no Hardrock café, já bastante partidinhos por ter andado mais uma vez uns bons kilómetros.
As fotos vão mesmo ter de esperar, no estado em que chego ao final do dia não tenho pachorra para ainda estar a escolher e editar fotos para colocar aqui. O máximo que faço ainda é passá-las para o iPhoto e “virar” as que precisam.
Entretanto, em NY justifica-se realmente ter um PDA com WiFi em vez de Bluetooth. Sim, eu sei que não é a mesma coisa nem são concorrentes directos, mas a questão é que aqui muito facilmente se tem conectividade via WiFi e assim pode-se bem dispensar o acesso BT ao telemóvel e GPRS para a Internet. Muitos cafés, livrarias, etc têm WiFi disponível e à falta desses já encontrei muita gente de PDA a aceder à net alegremente no meio da rua.
Ontem cheguei tão cansado que nem escrevi nada.
Fizemos a Brodway toda a pé e visitámos todo o china town e little Italy.
À noite ainda conseguimos bilhetes de última hora (half-priced, yeah!) para o Radio City Music Hall’s Christmas Spectacular. Muito fixe, mas as meninas estavam num tal estado que adormeceram em partes do show! :)
Mas é natural, não sei ao certo o que andámos, mas deve ter sido um bocado mais de 10km…
Ainda apanhámos o show de lazer na grand central station.
Ramones? Encontrámos uma zona cheia de fans claramente a comemorar algo, mas não sei o quê. Seja o que for teve direito a cobertura televisiva, deve ser importante, tenho de procurar depois.
E o frio, sempre o frio. O que é bom, nada como uns baldes de chocolate quente para dar ânimo.
Hoje é o financial district de manhã e logo se vê o programa para a tarde.
Ainda tenho de ver ao certo a morada da loja Apple do Soho, nós passámos por lá ontem, mas foi apenas de passagem e não a encontrei…