Isto vai soar tão cliché… Mas enfim, é mesmo assim.
Nova Iorque é realmente enorme e totalmente diferente de qualquer cidade europeia. E de qualquer outra cidade americana que eu conheça.
É mesmo estranho andar pelas ruas, totalmente rodeados de prédios enormes, alguns com um aspecto altamente moderno, outros que saíram do século passado (aliás, de há dois séculos agora).
O nosso apartamento é um verdadeiro achado, para além de ser razoavelmente barato é grande qb, limpo, arejado e está a 5 minutos a pé da Times Square. Ah, claro e tem uma selecção interessante de redes wireless gratuitas! :)
Hoje como já chegámos de noite (entenda-se depois das 16h00 - 16h30) não fomos explorar grande coisa, fomos levantar os New York Passes ao Plannet Hollywood do Times Square, jantámos por lá mesmo e fizémos um reconhecimento da zona de Times Square, 5ª avenida e por aí.
Já fomos ver o ringue de patinagem no Rockefeller Center e já vimos a árvore que vão iluminar na quarta-feira.
Enfim, entretanto para nós já são quase 4h00 e como amanhã a alvorada é pelas 8h00 (hora local, claro), fico-me por aqui.
Amanhã já espero ter fotos. Eu trato do celoluso a preto e branco, o Vasco do celuloso a cores e a Tuxa do digital a cores (e vão ser estas que eu vou ver se ponho aqui, mas apenas uns exemplozitos).
Acabei de chegar ao apartamento em Nova Iorque e a primeira coisa que faço, claro, é ligar o portátil e procurar rede…
Das 5 que apareceram há duas que prometem, uma “linksys” e outra “default”.
A linksys está fechada, mas a “default”, como se pode ver, está escancarada para o mundo.
Rulez!!!!! :)
Ah, que bom que perguntaram…
Bom, a primeira coisa que vou comprar, provavelmente, vai ser o kit de adaptadores de viagem.
Um utilíssimo conjunto de adaptadores para o transformador poder ser usado nas fichas dos EUA e que eu poderia jurar que vinham de origem com o iBook (pelo menos o de EUA).
Estava enganado. Grrr!
O Expresso online foi um de entre muitos sites a reportar a decisão a favor de Valência para a 32ª America’s Cup em 2007.
Ao contrário do que se esperava Portugal acabou por ser preterido na decisão final.
Também não é propriamente um grande choque, afinal apesar do apoio fortíssimo de Monteiro e Barros e o apoio anunciado do governo Português, Valêcia tinha o apoio do Rei Juan Carlos e o apoio forte do governo Espanhol.
É uma tristeza, o retorno do investimento deste evento seria muito superior ao do Euro 2004 e em termos de prestígio não há sequer comparação possível, mas pronto, cada país acaba por ficar com aquilo que merece, nós temos a bola e a visita dos hooligans, e os Espanhóis ficam com a vela, pois claro.
Mas também, um chefe de família que se preze neste pais não diz “o meu filho é um bom velejador, mostra uma grande promessa o miúdo”, não, o que se diz em ar de total admiração é mais na onda de: “o meu puto é muita bom de bola, o gajo vai longe, qualquer dia vou metê-lo no <inserir clube de eleição> e vais ver o que o puto vai ser o máior!”. Segue-se gargalhada alarve.
<suspiro>
Fui ver ontem. Já está em cena há quase 7 anos, mas mais vale tarde que nunca, certo?
Antes de mais obrigado à minha prima Carmen pois se não fosse ela a convidar e tratar dos bilhetes eu concerteza não teria ido ver esta peça.
E quanto à peça em sí não vou dizer muito, sobretudo porque ela perde se uma pessoa souber de antemão o que vai encontrar.
Apenas faço uma breve nota de que apesar da peça em sí não ser grande coisa (em termos de conteúdo, pelo menos) os actores são tão divertidos e improvisam de tal maneira que acaba por ser uma noite muitíssimo divertida e bem passada. Se bem que por vezes eles exageram um pouco e passam nítidamente para o lado do mau gosto, mas enfim, isto é algo de muito subjectivo…
Hehehe!
I mean, just look at this…
I just got pointed to this link by a friend: SaveFarscape News : Congratulations Scapers - You did it!.
I’m just beginning to watch season 2 but if it keeps up I will definitely enjoy some more of it.
It’s like they say: Save Farscape! :)
I’m home today because I’m sick. I went into the office in the morning but had to leave before lunch time to avoid getting everyone else sick too.
Thank god for broadband at home, I can still work from here and the only difficult part is to have my eyes open without watering long enough to do something useful.
Like I said this sucks! :(
Sometimes it is just really convenient to put on my big headphones and cut myself away from the noise around me while working.
This afternoon was one of those times and I decided to try out a new streaming radio station instead of listening to my CD collection on my iBook.
So I decided to try out di.fm’s chillout.
While I am not an ambient/electronic/whatever music connoisseur, this station is just awesome! Kudos to them.
And at 128k the quality is just great. If the selection keeps up like this I think I’m going to become a regular listener.
Do you own illegitimate mp3 files? Feel really bad about it? Wish you could take that load off your chest and make up for your evil doing?
Well, now you can! Just Send Them Back!!.
This is humor.
I don’t know if this counts as art, science or whatever, but it sure is beautiful.
Levitated is a site full of “web-toys” (for want of a better word) which are not only beautiful but are also really interesting.
They all come with a very complete description of the algorithms used to generate them and govern their dynamics.
And then if you want to check out the algorithm’s implementation you have the flash sources for download.
Sometimes (actually many times) it’s the little things that get us hooked.
FolderOrg X is an apple script which is supposed to be used as a folder action. And it does a really simple yet incredibly convenient thing: whenever I drop something into the folder it checks to see if a sub-folder named after the current date already exists (and creates it if it doesn’t) and then moves whatever I dropped in the main folder into this “dated” folder.
As simple as this sounds, I’ve always had a folder right on the desktop named “Check Out Later” into which I drop downloads, documents, links, etc which (surprise, surprise) I want to check out later.
Naturally this folder tends to become really crowded as I usually only try to tackle these items every weekend at best and the sheer amount of stuff I put in there means that I sometimes even delete stuff without ever looking at it.
Now that I’ve activated the FolderOrg X script as this folder’s action things just organize themselves auto-magically.
Like I said, nothing too fancy, no rocket-science but it just looks and feels a whole lot better when I open up the “Check Out Latter” Folder and now things are all nice and tidy.
Good heh?
By the way, thanks to Pedro for hacking the script and making it use European-style dates instead of the original USA-style ones.
Well my boy, Lego bricks are made on a factory by a lot of robots, and if you are a good boy and have your Flash installed you can learn all about it here.
There is a Reuters’ news item which deals with Sony Music’s new take on DRM (that’s Digital Rights Management in case you haven’t been living on this planet for the last months ;) ) which caught my attention.
The trials for Sony’s new copy-protection scheme, which are to be held in Germany, don’t go far enough (I think) and the copy-protection concept still doesn’t strike me as the right way to take on this whole business, but what really caught my eye was this statement by Phil Wiser (Sony Music’s Chief Technology Officer):
“All copy-protections can be hacked,” Wiser said. “But if [we] give people what they are asking for in terms of value, they won’t go out and steal it. It’s called trusting the consumer.”
Have I just entered the Twilight Zone and didn’t notice it? Or is this just PR bullshit and they are “giving people what they are asking to hear”?
What do you mean? Me, cynical??
Via: Code Poetry.
Well, I’ve had this theory for a number of years now that the understanding a car owner has about the use of the turning lights and other safety features is inversely proportional to the commercial value of the said car.
Now the good folks over at BBspot confirmed my suspicions.
I’ve never felt safer on the road! :)
O Pedro, que acabou de receber a sua EOS 300D, chamou-me a atenção para esta mochila Lowepro.
Parece que já não vivo num mundo assim tão paralelo, quando um fabricante tão conhecido já percebeu que é vital espaço para um laptop junto com os corpos e as lentes das máquinas.
Fui no sábado ver o The Matrix Revolutions. E saí do cinema cheio de pena.
O The Matrix foi algo de sensacional. Foi qualquer coisa de realmente novo e emocionante e, como grande filme que foi, prometia ser o início de uma saga que iria ficar na história.
O The Matrix Reloaded deixou um poco a desejar, como comentei na altura, mas sendo o filme do meio é sempre de esperar um abrandamento. E na realidade ele não foi assim tão mau, o filme final iria, com certeza, deixar-me tão satisfeito que este iria ser totalmente redimido.
E então fui ver o The Matrix Revolutions. É pena, é mesmo pena, uma saga que prometia tanto… Quase que preferia que tivessem feito apenas o primeiro filme, ficava uma história claramente inacabada, mas ficávamos com a memória de um grande filme. Agora assim…
Infelizmente até os episódios do Dragonball Z, uma das piores séries de animação que já vi e claramente uma grande influência e fonte de inspiração para este último filme era bem melhores!
Resta-nos o The Lord of the Rings: The Return of the King, que pelo menos sabemos à partida que tem uma grande história e que promete ser realmente um filme para lembrar.
… a caminho de Nova Iorque. Já temos os bilhetes e, felizmente, foram bem mais baratos do que contávamos.
Está quase…
Oh happiness! According to the BBC we are soon to have the third part of the Hitchhickers Guide To The Galaxy as a radio show. I can hardly wait for it to be aired. Just hope the ones lucky enough to live somewhere where they get that broadcast are good enough to place the episodes in the donkey network… And fast! :)
O Boing Boing: A Directory of Wonderful Things geralmente faz mesmo jus ao seu título, e encontrei lá hoje dois links para sites que não consegui resistir a referir aqui:
Egg Sculpturing - Esculturas em cascas de ovo de Al Gunther. O gosto das esculturas é discutível, umas mais do que outras claro, mas é impressionante ver o que ele faz com um material tão frágil!
klockwerks - Galeria de relógios lindíssimos criados por Roger Wood. Relógios como em clocks, não como em watches.
Almost done with nowhereland’s new-look. I think two or three more days and it will be put up. Maybe during the weekend.
And tonight the ADSL access is off again so nobody can access nowhereland while I am posting this. Bah! I guess I’ll just go to bed now.
Yesterday I went to a Ben Harper concert and to my amazement I found most people there were quite young, maybe bellow 20 years old.
Now what sparked my interest enough to make this post was how much these kids are addicted to their mobile phones.
I’m not even talking about using them to call other people outside the concert or even inside so that they could find them, this is obvious, but the rate at which everyone was constantly sending and receiving SMS messages and MMS photos before the concert (and even during) was quite astonishing.
And what’s more, during the concert so many people where taking pictures with their mobiles and sending them to their friends that it was ridiculous!
There were also the regulars who waited until someone’s favorite song is played and then called them, putting their phones high in the air, letting their friends listen to the music.
And then there was even someone who made a call to a friend, threw the phone to the stage and Ben actually picked it up and had a small conversation with whoever was at the other end. I don’t know if this was rehearsed or not (it didn’t seem so, but you never know).
Anyway the point is that people (especially young people) in Portugal (and I’m sure all over Europe at least) are getting so addicted to their mobile phones it is ridiculous!
Even I tried posting here just before the concert started but could not get a decent GPRS connection…
O concerto de Ben Harper & the Innocent Criminals ontem no Pavilhão Atlântico foi, como seria de esperar, muito bom.
Ao contrário de outros concertos recentes, este foi o epítome da simplicidade e valeu (e bem) pela música e não pelo espectáculo.
Sendo conhecedor da música de Ben Harper já de há algum tempo não é novidade para mim que ele é um bom músico e que se revela bem na linha dos grandes guitarristas dos anos 70, tanto como intérprete como compositor.
O concerto a que assisti ontem confirmou tudo isso e muito mais, demonstrou que ele indubitavelmente adora a música que faz e toca e que para ele o prazer da música é o que o faz funcionar e não a adoração do público ou o amor pelo espectáculo.
Dificilmente se pode considerar um concerto com a dimensão deste, em que o Pavilhão Atlântico estava cheio a abarrotar como intimista, mas penso que este foi o mais próximo a que se conseguirá chegar disso.
O palco era extremamente simples, com algumas luzes (e ainda assim poucas), sem grandes efeitos que não fossem as cores em si, com uma tela pintada de fundo e nada mais.
A banda é constituída por 6 elementos: o Ben na voz e guitarra, uma segunda guitarra, um baixo, teclas, bateria e percursão. O teclista e o baixista também faziam vozes de suporte.
E pronto, nada de plataformas gigantes, nada de bailarinas, nem fumos, nem explosões, nada disso. O que interessava ali era a música e foi isso que fez do concerto de ontem algo de memorável.
Foi a primeira vez que vi o Ben ao vivo e estranhei quando um pouco antes do concerto ouvi na rádio que ele tinha dispensado a banda que ia fazer a abertura do espectáculo porque, segundo diziam, ele ia querer mais tempo para tocar.
E, de facto, eles entraram em palco pelas 21h20 (20 minutos atrasados, nota-se bem que não são britânicos…) e só pararam de tocar eram já 00h15, mais ou menos. 3 horas de concerto quase sem parar! E note-se que não repetiram uma única música, mesmo nos encores, sempre músicas novas, do enorme repertório que têm.
Ao princípio começaram por tocar as músicas, quase de seguida, apenas com uns agradecimentos muito ligeiros pelo meio, como se estivessem envergonhados ou se estivessem, simplesmente, nas tintas para o público. Logo aqui se notou que a preocupação deles era tocar e tocar bem, a comunicação com o público era mesmo muito sumária.
Mas as pessoas estavam a responder muito bem ao espectáculo (aliás como é costume, seja ele bom ou mau - os portugueses são mesmo um público muito bom (ou bonzinho, conforme), quer os grupos mereçam ou não, mas adiante) e desta vez com razão e em breve já a banda se sentia visivelmente mais à vontade até ao ponto de o próprio Ben Harper apanhar coisas que o público mandava para a plataforma, como máquinas fotográficas ou telemóveis e tirar umas fotos e mandar a máquina de volta, ou falar com quem estava em linha no telemóvel… :)
Enfim, se eu fosse vivo nos anos 70… ou melhor, se tivesse idade para perceber qualquer coisa de música :) acho que os concertos de certos músicos não teriam sido muito diferentes (e atenção, estou apenas a falar da música em sí, nem pensar em comparar o ambiente ou as condições!). Do (admitidamente pouco) que conheço de Hendrix, por exemplo, acho que o Ben o deixaria orgulhoso e as letras de intervenção dele fazem jus a um Bob Dylan sem qualquer dúvida. Mas claro, tudo isto se baseia numa apreciação de longe, como já disse nos anos 70 o que eu ouvia mais eram canções de embalar, por isso este último parágrafo vale pelo que vale.
A única extravagância que notei no concerto foi o número de guitarras que os dois guitarristas, em especial o Ben, levaram para o concerto: logo no início, nas primeiras 5 músicas, não repetiu uma única, trocando sempre de guitarra antes de começar a tocar. E isto eram apenas as guitarras eléctricas, depois ainda viriam, pelo menos, umas 2 guitarras acústicas e duas de tocar no colo (lamentavelmente não sei como se chamam estes instrumentos).
E ele deu um show digno de se ouvir em cada uma delas! Em termos de performance ele é de facto um virtuoso, daquele tipo de músicos que parece que nasceu com uma guitarra agarrada aos braços, toca como se estivesse a conversar e faz o que quer com ela. Fabuloso mesmo. Isto para não falar da voz, quente e modulada. É realmente um encanto vê-lo tocar ao vivo. E desta vez estivemos na fila logo na abertura das portas e conseguimos ficar bem à frente, bastante perto do palco.
O resto da banda também era muito boa e o baixista foi quem se evidenciou mais com uns solos que faziam vibrar toda a gente, aliás ele tocava o baixo de 5 cordas como se fosse uma guitarrazita pequenina, tal era o tamanho dele e acho que isso ajudava… ;) Todos os outros elementos da banda fizeram vários solos e todos tocavam como se estivessem em casa.
É no mínimo estranho e caricato que uma banda destas, com a qualidade e o repertório que têm se tenham tornados conhecidos do público mais em geral por uma coisa como o “Steal My Kisses” mas às vezes acontecem estas coisas inglórias…
Um pormenor que achei curioso foi a idade média das pessoas na assistência. Estava à espera de encontrar gente na minha faixa etária ou até mais velhas, nos 35-40 anos, mas na realidade a maioria do público não deveria andar acima dos 19-20 anos. Não percebo bem como, mas a verdade é que já no Robbie Williams as pessoas em média eram bem mais velhas do que eu esperava, por isso eu estou mesmo completamente por fora.
E assim foi, aquilo que pareceram dois concertos, primeiro Ben Harper & the Innocent Criminals, depois uma pausa que parecia o final do concerto (tinham passado talvez uma hora e meia), depois a volta só do Ben, apenas com guitarras acústicas, no que pareceu mais um concerto só por sí e que durou mais uma hora e pouco e depois, no encore verdadeiro, mais uma meia horita da banda toda.
Quem conhece o Live From Mars poderá reconhecer a estrutura do concerto de ontem pois é muito parecida com a deste disco, e as músicas do disco foram quase todas tocadas ao longo das 3 horas de concerto. Para além disso tocou, como é evidente, quase todas as músicas do Diamonds on the Inside e ainda tocou alguns temas de outros discos.
Fiquei totalmente rendido a ele, tocar (e cantar) durante 3 horas quase sem parar e sempre com uma alegria visível no que se está a fazer é obra e requere muita dedicação e amor à música. E essa dedicação e amor notam-se bem no resultado, é uma verdadeira maravilha vê-lo tocar e considero um verdadeiro privilégio ter podido assistir a este concerto. Se ele cá voltar concerteza que eu vou assistir.