NunoNunes.org

Loading
Entries by year
Entries by month
December
Sun Mon Tue Wed Thu Fri Sat
       
Powered by Blosxom
Creative Commons License

A Very Nice Weekend

Isto sim, foi um fim de semana de verdadeiro verão!

Fomos passá-lo ao Algarve (a Altura) à casa de férias onde os meus tios e avós passam sempre as férias de verão.
Estivemos lá no dia de anos da minha tia (parabéns Rosário :) ) e tudo.
Fomos sexta ao fim da tarde e demos boleia à minha mãe que ainda vai lá ficar o resto da semana.

A viagem pela auto-estrada é um luxo, agora fazemos auto-estrada quase porta-a-porta.

Durante toda a estadia tivemos temperaturas nos 30° e mesmo à noite estava um calor que não se podia, mas pelo menos a praia (sábado de manhã e domingo de manhã) estava uma maravilha.

Este ano, uma vez que fomos ainda em Julho, conseguimos ir mesmo à praia de Altura (normalmente em Agosto tem de se ir para a Retur pois a praia de Altura está demasiado cheia) e a água estava uma maravilha (se bem que completamente cheia de algas e limos).

No domingo ainda tivemos o bónus de se levantarem umas ondinhas pequenas, mas que sempre animaram os banhos. Quem me conhece nem me reconheceria, acho que estive mais tempo dentro de água do que fora! :)

No sábado de tarde fomos a Monte Gordo ao buffet de gelados. Que delícia! :)

Depois no domingo viemos (mais uma vez pela auto-estrada) num instante (3 horas e meia incluindo paragem para jantar).

A única coisa negativa que retiro deste fim-de-semana é que na área de repouso de Grândola (Cavalo Lusitano - 38°10’04.2”N, 8°29’32.7”W) come-se mesmo muito mal!

About this entry

Originally written on Jul 29, 2002 @ 12:50
Read article on it's own page (permalink)

Férias no Baleal “fechadas”

O relato das férias no Baleal e respectivo curso de surf está finalmente terminado com as fotos todas já linkadas.

Cada vez é mais claro que se não faço um registo diário o mais completo possível (incluíndo formatação e HTML finais) nunca vou fazer tudo como deve ser…

About this entry

Originally written on Jul 23, 2002 @ 01:23
Read article on it's own page (permalink)

De volta das férias

Estou de volta das mini-férias de uma semana.

Foram umas férias agitadas, com uma semana no curso do Baleal Surf Camp, volta na sexta à noite, almoço de aniversário do Vasco no sábado, ida para o monte depois do aniversário, almoço de aniversário do Pedro no domingo e de volta a casa.

O relato da primeira semana está aqui.

Agora mais férias só daqui a dois meses, na grande travessia!

E no final de tudo, depois de ter estado todos os dias no mar e ter finalmente ganho um bronze decente, depois de ter posto protector e creme pós-solar todos os dias está-me a cair a pele. Como de costume, aliás. Estou fadado a ficar branquinho…

About this entry

Originally written on Jul 21, 2002 @ 22:37
Read article on it's own page (permalink)

Mau olhado?!?

Bolas, já parece conspiração!

Agora dei cabo do punho direito quando, ontém, dei uma pancada fortíssima na minha secretária.
Na altura doeu mas passou logo e fiquei óptimo o resto do dia. De noite antes de me deitar estava um bocado dorido e resolvi pôr Nifluril (o velho companheiro) na mão. De manhã quando acordei mal conseguia mexer a mão e lá fui levado para o hospital (pela Tuxa pois eu nem consigo conduzir) para fazer um Raio-x à mão.
Felizmente não parti nada, mas estou a anti-inflamatório e punho elástico durante uns 2 ou 3 dias.

Caramba, parece mesmo que não está escrito que eu vou surfar na semana que vem…
Mas vou, dê lá por onde der eu vou! :)

O que vale é que hoje não havia natação (piscina fechada para campeonatos), e assim evitei faltar mais uma vez. Mas também não pude ir dar a tradicional carecada de férias. Lá vou ter de ir amanhã ou sábado porque o tempo já urge!

About this entry

Originally written on Jul 11, 2002 @ 22:28
Read article on it's own page (permalink)

Resumo do fim-de-semana

No final o fim de semana acabou por não ser assim tão bom pois o tempo piorou consideravelmente no domingo e acabámos por não conseguir fazer mais praia.

Bem, pelo menos hoje (segunda-feira) já não tenho a perna a doer. Maravilha do Nifluril ou apenas um esforço mais intenso nunca o saberei, mas a parte boa é que a semana de surf está assegurada… Erms… quer dizer, não é por isto que vou deixar de a fazer. :)

Entretanto acabei por ter de fazer o post de uma série de histórias todas ao mesmo tempo e ficou tudo registado como tendo sido “posted” hoje, segunda-feira.
Quando não se tem acesso à Internet mas se pode escrever coisas é chato, devia haver um modo de poder alterar a data referente aos NewsItems…

Vou ter de investigar um pouco isso e, se calhar pensar melhor sobre como gerir as coisas…

About this entry

Originally written on Jul 08, 2002 @ 15:58
Read article on it's own page (permalink)

Lesão de sábado

Ah o Algarve…

Eu ando a coleccionar lesões. E que bela colecção eu já tenho!
Ainda me estou a recompôr das pobres vértebras maltratadas (espero na segunda-feira poder dar por concluído esta série de sessões de chyroprata e passar ao esquema das sessões de rotina apenas) e já arranjei outra: no sábado ao dar o proverbial passeio pela praia do Alvôr (passeiozito de hora e meia) fiz o que me parece ser uma distensão muscular! :(

Bom, vamos lá ver se na segunda feira consigo uma consulta num ortopedista para ver se ainda consigo manter o curso de surf para a semana de 15-19 de Julho. Mas bolas que isto parece estar enguiçado, desde que marquei este curso acontece de tudo para me impedir!

About this entry

Originally written on Jul 08, 2002 @ 11:52
Read article on it's own page (permalink)

Fim de semana no Algarve

Bom, lá viémos nós para o Algarve, para um fim de semana em casa dos avós (da Tuxa, bem entendido, os meus só cá estarão em Agosto de férias com os meus tios).

Como de costume viémos na sexta depois do trabalho e vamos voltar domingo de tarde. Mas sempre dá para fazer uma prainha, até porque ao contrário do que se passou em Lisboa —onde esteve frio e choveu (pelo menos no sábado)— aqui em baixo está um sol e um calor de verão. Quando chegámos na sexta-feira (pelas 23h00) estavam 22°C!
O único senão é o vento que faz junto do mar, no sábado fartámo-nos de comer areia. Durante o passeio o vento até foi bom pois não deixou com que ficássemos com muito calor mas depois, para estar deitado na areia, é uma seca.

Trouxe o portátil para ver se punha este site minimamente em dia e já tenho três “artigos” escritos.

Ah, já me esquecia, vale a pena ver o Homem Aranha! Claro que com o devido espírito, não é um filme sério, mas é um filme muito giro e espectacularmente bem conseguido para o género.

About this entry

Originally written on Jul 08, 2002 @ 11:49
Read article on it's own page (permalink)

Finalmente - O casamento

Reparo agora que acabei por não falar sobre o fim de semana do casamento Nuno e da Ema.

O casamento em sí, bem como toda a envolvente foi muito engraçado.
Eu nunca tinha assistido a um casamento numa vila pequena e muito menos no norte por isso, para mim, foi tudo novidade.
O casamento decorreu em Vila Nova de Monsarros, uma vila pequenina perto do Luso onde vivem os pais da Ema e onde ainda se mantêm algumas tradições antigas muito engraçadas.
A vila inteira parou para o casamento! Aliás, a noiva foi a pé para a igreja sobre um manto de flores que atravessava a vila, mesmo pela rua principal.
E a razão de ela ir a pé é do melhor: segundo a própria noiva as pessoas da vila não lhe perdoariam se não a vissem passar!
Isto para mim é tudo tão diferente do que eu conheço que parece que entrei noutro mundo. :)
Claro que se comeu muito bem, tanto em casa dela antes do casamento como depois no restaurante, a Metinha dos Leitões.
Pelo meio ainda tivémos de voltar ao hotel buscar umas sandálias para a Tuxa pois os sapatos quase novos dela ficaram sem um salto!
Bem, pelo menos passou o resto do dia bem mais fresquinha…

Em relação ao fim-de-semana foi mais ou menos: ficámos alojados no Hotel Palace do Buçaco, com recomendação (e preço especial, claro, senão…) e ficámos num quarto muito bom. Mas o mais espectacular é o hotel em sí, o palacio é enorme, tem montes de quartos e devido à função com que foi construído tem partes que parecem um verdadeiro labirinto (sobretudo no andar de baixo onde ficavam os criados).
Conforme sugerido pelos noivos pedimos para nos mostrarem a suite presidencial (o antigo quarto dos reis).
Esta pequena maravilha tem uma sala, de estar, sala de jantar independente, casa de banho, o quarto de dormir e um pátio, tudo de dimensões bem generosas, claro, e custa a módica quantia de €1.100 por noite!
Bom, mas o pior foi que não sei bem como (e isso é o mais chato) arranjei outra vez problemas nas costas e em vez de virmos para baixo em passeio como tínhamos planeado acabámos por passear apenas pela castelo de Montemor-O-Velho, Figueira da Foz e depois seguimos directamente para casa (apenas com paragem para almoçar).

About this entry

Originally written on Jul 08, 2002 @ 11:46
Read article on it's own page (permalink)

O Método

A fotografia é, de facto, algo de apaixonante. Sem dúvida. Mas pode ser também cansativo e desmotivante. Não a fotografia em sí, mas o processo utilizado…

Talvez eu deva explicar melhor o que quero dizer: Até agora sempre que tenho rolos novos (já revelados) para imprimir tomei sempre a abordagem de ir para o laboratório e começar a olhar para as provas de contacto (ou para os negativos se não as tiver feito - uma grande parte das vezes) e decidir ali mesmo que vou experimentar esta ou aquela fotografia; Depois faço uma impressão de teste e parece-me que afinal ela até nem é assim tão interessante ou vai ser muito difícil de imprimir e, como eu quero fazer o máximo de fotos possível na sessão, acabo por desistir desta e voltar a olhar para os negativos à procura de outra candidata mais ajustada ao que me apetecer fazer na altura.
Embora este processo funcione de vez em quando -nomeadamente quando tenho negativos muito bons- a verdade é que na maioria das vezes acabo com um monte de primeiras tentativas e com poucas ou —mais frequentemente— nenhumas fotos finais ou semi-finais.
Geralmente isto pode-se dever aos negativos não serem muito bons (sim, ainda tenho muito que aprender em relação ao tirar a fotografia, se calhar mais do que em relação ao trabalho de laboratório, mas adiante…) ou à falta de objectividade na avaliação dos mesmos quando quero decidir em cima do joelho o que vou fazer naquela altura. E quando se trata de fotos de férias, situação em que típicamente tenho bastantes rolos e gostaria de fazer um apanhado de todas as fotos que ficaram suficientemente boas, a coisa piora muito: Ao querer muitas fotos numa única sessão acabo por cair na mesma armadilha com a agravante de que ao chegar ao final sem impressões finais e ao ver o volume de fotos que tenho para fazer acabo por desanimar e não imprimir nada.
Claro que o pouco tempo que consigo dedicar à fotografia é um factor de grande influência em tudo isto, pois ao me aperceber que a sessão se revelou essencialmente inútil e ao saber que provavelmente não terei tempo para voltar a pegar nas fotos tão cedo acabo por me sentir bastante frustrado com tudo isto.

Ora, eis que desta vez resolvi tomar outra abordagem em relação às fotos das férias de lua-de-mel, abordagem essa que me parece resultar bastante bem.
O truque, parece-me estar em 3 factores: Método; Definição de Objectivos e Contenção.
Elaborando um pouco sobre cada um destes temas temos que, em relação ao Método optei por me sentar um dia com todas as provas de contacto à frente (e sim, são mesmo indispensáveis, tenho de perder a preguiça de as fazer) e fazer uma lista de todas as fotos que queria imprimir. Nesta primeira fase, e apesar de ter provas para analisar, não tinha condições para fazer uma escolha definitiva, por isso dividi as fotos em 4 grupos:

  1. As que não me interessava imprimir de todo;
  2. As que me pareciam ter potencial mas que não conseguia avaliar apenas pela prova de contacto;
  3. As que me pareciam ter potencial se as re-enquadrasse;
  4. As que queria imprimir sem dúvidas.

Daqui resultou uma lista razoavelmente grande de fotos das quais tinha certezas em relação a um grupo pequeno e que teria de imprimir pelo menos uma prova de algumas outras para me poder decidir.
Em relação à Definição de Objectivos decidi que em cada sessão teria de avaliar e, caso se justificasse, imprimir no mínimo uma foto. As sessões não devem ser muito compridas pois isso torna-as menos produtivas devido ao cansaço e às dores nas costas que provocam pelo laboratório ser muito pequeno e ter pouco espaço para me mexer e também porque sessões compridas resultam em poucas horas de sono que invalidam a possibilidade de fazer mais sessões nos dias seguintes. Assim optei por passar a fazer sessões de cerca de hora e meia - incluindo setup do material e limpezas no final.
A Contenção diz respeito à tendência que me é natural para gerar uma ansiedade grande relativamente ao trabalho que falta e a tentar fazer sempre mais uma foto ainda nesta sessão. É difícil quando tenho uma prova já bastante boa resistir à tentação de aceitá-la assim como está e passar para a próxima foto, mas isto gera provas de qualidade inferior pois por vezes uma ou duas provas adicionais conseguem fazer uma diferença subtil mas importante numa foto.

De tudo isto resultou que na primeira sessão (segunda feira, dia 1) imprimi as primeiras provas de 4 fotos, uma das quais, por sorte, ficou tão boa que ficou já final e pude já avaliar as outras 3 (desisti de uma e resolvi aumentar o contraste nas outras duas). Esta sessão durou cerca de hora e meia, como pretendia e foi das sessões mais proveitosas que já fiz!
Hoje fiz uma segunda sessão e consegui terminar as 2 fotos que comecei na sessão anterior (ajustes de contraste e algum burn-in em ambas o que me deixou com pelo menos duas provas de cada foto entre as quais não é muito fácil escolher, mas isto ficará para depois… :) ) bem como imprimir uma foto mais das que eram garantidas (um caso em que a Contenção compensou claramente, resolvi fazer só mais uma prova para testar um burning-in algo duvidoso em vez de fazer a primeira prova da foto seguinte. O burn-in revelou-se excelente e acho que aprendi uma técnica nova muito útil).

Em resumo, penso que descobri a maneira de maximizar o prazer que retiro de fazer fotografia (na vertente de laboratório, pelo menos) enquanto estou a garantir que finalmente vou ter álbuns decentes e completos de férias (o álbum que comprei em Paris especialmente para estas fotos vai ficar mesmo giro!). É curioso que para eu conseguir tirar o máximo prazer das coisas tem sempre de haver alguma ordem e método por detrás delas… Enfim, feitios.

About this entry

Originally written on Jul 04, 2002 @ 23:57
Read article on it's own page (permalink)

Suzanne Vega

Foi ontem o concerto da Suzanne Vega na Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa.

Antes de mais convém esclarecer que foi a primeira vez que eu fui ver Suzanne Vega ao vivo e, por isso, não posso comparar com os concertos anteriores, nomeadamente com o famoso concerto no CCB que toda a gente diz ter sido fabuloso.

Quanto a este concerto, e tendo em conta que eu fui grande fã de Suzanne Vega mas que deixei de seguir a sua carreira há já uns bons anos, fiquei bastante satisfeito.
Ela começou o concerto com músicas antigas (e que, portanto, eram minhas conhecidas) tipo Marlene On The Wall, Small Blue Thing, etc (aparentemente uma abertura habitual nos seus concertos, pelo que me disseram), passou para o novo disco e depois voltou às antiguinhas, cantando inclusivamente músicas pedidas pela assistência.
Apesar de já não ouvir os seus discos há algum tempo ainda conhecia perfeitamente quase todas as músicas dos seus dois primeiros álbuns -Suzanne Vega(1985) e Solitude Standing (1987)- aliás, o meu LP (sim LP, lembram-se do que é isso?) do Solitude Standing já está tão fritado que mal se consegue ouvir! :)

O concerto começou pouco mais de meia hora atrasado (suspiro…) e as pessoas reagiram bastante mal, com umas vaias ao início. É curioso ver o público português a reagir aos atrasos nestas coisas, geralmente as pessoas são dóceis como cordeirinhos.
Bom, mas apesar disso os músicos conseguiram superar a recepção e começaram com força o concerto.

Com um total de 4 músicos (A Suzanne, o baixista habitual —Mike qualquer coisa—, um guitarrista e um baterista) o palco estava bastante simples e espaçoso.
Tal como o palco, o concerto foi bastante simples, sem grandes efeitos especiais ou sonoros, embora as luzes estivessem apontadas directamente para os olhos da assistência durante grande parte do espectáculo (hint, hint: DON’T DO THAT!!).
Como seria de esperar estamos a falar de músicos a sério e em termos de performance o concerto foi muito bom, as músicas saíram muito fluídas, com um som razoável (excepção feita à guitarra e, por vezes à voz) e foram umas boas duas horas de entertainment.
Tivemos 3 encores e, pelo que a organização disse depois, eles estavam com 3 horas de sono na noite anterior e por isso estavam um pouco cansados, o que pode ter limitado um pouco a duração do espectáculo.

No final gostei muito do concerto. Foi muito agradável assistir a um concerto assim calminho, com um tipo de músicas bem diferentes do tipo de concertos a que costumo assistir, mais para o acústico (em estilo apenas, o concerto não foi acústico!) e com músicos bons e sem grandes pretensões.
A simplicidade de todo o espectáculo soube muito bem e a rapariga (que já não é assim tão novinha como isso, mas enfim :) ) continua a compor e interpretar muito bem. Gostei! Ah, claro, e já agora parabéns Hugo e obrigado pelo convite para ir ao concerto! :)

About this entry

Originally written on Jul 04, 2002 @ 12:04
Read article on it's own page (permalink)

The content of this site is licensed under a Creative Commons Attribution-Noncommercial-Share Alike 2.5 License.